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Manifesto:

RETOMAR

o direito ao sonho vivendo na cidade de Maceió é um ato de fé, coragem e ousadia.

OUSAR ABRIR ESPAÇOS

para um debate popular e cidadão sobre outros projetos de cidade, numa capital leiloada para uma mineradora criminosa, que manda e desmanda, é no mínimo amedrontador.

MAS FÉ NA LUTA

é o nosso compromisso há 30 anos nessa cidade, no território dos bairros que não vamos abrir mão.

POR ISSO OUSAMOS SONHAR

é nossa convocação para você que se sente desesperançado neste momento político. Porque quando Ousamos Sonhar coletivamente, libertamos futuros e criamos novas realidades mais dignas para todas as pessoas.

Para doar basta acessar o link:

Uma história de resistência

Nascido na cidade de Aracaju em 1970, Wellington Santos foi criado pela sua avó Eurides com muito amor e dedicação, numa casa simples de um bairro popular da capital sergipana, no Siqueira Campos. Sua paixão por plantas e por pimenta veio desde a infância, paixão herdada da sua avó que colhia pimenta direto do seu quintal florido enquanto cantava “Ó jardineira porque estás tão triste” de Orlando Silva. Aos 11 anos perdeu sua avó de maneira súbita e passou por um período difícil com experiências de abandono e violência parental, chegando a passar uns dias sem tutela, até ser acolhido pela sua tia Rivanda. Criado e cuidado por mulheres fortes, Wellington ainda adolescente se engajou na Igreja Católica do seu bairro em Aracaju, participando de atividades de cuidado e assistência em asilos e orfanatos.

Aos 15 anos começou a trabalhar em lojas do comércio e ingressou em um curso de datilografia oferecido pela Igreja Batista Memorial, através dessa aproximação com a igreja decidiu ir a um culto e lá aceitou a Jesus. Sua conversão lhe rendeu uma outra experiência de abandono, após retornar de uma experiência missionária na cidade de Aquidabã, Sertão de
Sergipe, foi expulso de casa pela sua tia e passou a morar com uma família da igreja que o acolheu. A igreja passou a ser literalmente sua casa.

A partir da sua conversão logo se engajou nas atividades da igreja, se tornou liderança dos
dos adolescentes em 86 e no ano seguinte assumiu a juventude junto com a responsabilidade
de cuidar das Congregações, deu aula na escola bíblica e recebeu o “título” de evangelista leigo aos 16 anos, quando passou a viajar todos os finais de semana para pregar e acompanhar uma congregação batista no interior de Sergipe.

Durante o ensino médio, enquanto cursava magistério num curso predominantemente feito por mulheres, se envolveu e liderou um movimento dos estudantes da Escola Normal para pressionar o governo a contratar professores e professoras para a rede de ensino. Aos 18 anos se formou no ensino médio, casou-se com Odja Barros e se mudou para Recife para estudar Teologia no Seminário Batista do Norte do Brasil.

O Pastor Wellington formalizou sua caminhada pastoral em 1991, quando foi ordenado pela
Primeira Igreja Batista de Timbaúba, Pernambuco. No interior de Pernambuco já se envolveu com os movimentos de cultura popular da cidade, nas tradições dos folguedos locais e fez essa interlocução entre igreja, arte e cultura. Em 1993, se formou em Teologia pelo Seminário Batista do Norte e no mesmo ano assumiu o ministério pastoral da Igreja Batista do Pinheiro,
em Maceió, capital de Alagoas, onde reside junto com a sua família até hoje.

Ao longo dos mais de 30 anos à frente da Igreja Batista do Pinheiro, se tornou uma referência
na luta em defesa dos Direitos Humanos e das populações vulnerabilizadas em Alagoas, articulando seus valores e práticas de fé e política aliados ao enfrentamento de toda e qualquer forma de fundamentalismo que viola o direito à vida e a dignidade de todas as pessoas. Em 2021 recebeu uma Menção Honrosa no Prêmio Alagoas de Direitos Humanos, promovido pela Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh/AL), pela sua trajetória de atuação reconhecida em Alagoas.

O pastor também carrega em sua trajetória um profundo orgulho e admiração pela caminhada compartilhada em parceria com movimentos sociais do campo e da cidade, na luta pela democratização de acesso à terra, contra a fome e a insegurança alimentar, em defesa da população LGBTQIA+ e contra todo tipo de violência e dominação que ameaça os seres humanos e a natureza.

Desde 2018 tem sido uma das grandes lideranças que representa a voz das milhares de
famílias afetadas pelo afundamento do solo gerado pela empresa Braskem, que causou a
destruição de 5 bairros na cidade de Maceió e o êxodo urbano de mais de 60 mil pessoas. Reconhecido como o maior crime socioambiental em solo urbano do mundo gerado pela extração irresponsável de salgema, o Pastor Wellington, tem sido um importante ativista e articulador na luta por justiça, na denúncia e no acompanhamento incessante dos rumos que esse território no coração da capital alagoana tomará nos próximos anos. E por conta do bairro do Pinheiro, sede da IBP desde a década de 30, ter sido transformado num bairro fantasma, optou por reivindicar a resistência desse território no seu nome político como Pastor Wellington do Pinheiro.

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